Significado de estimam-no-lo

    A forma estimam-no-loé [terceira pessoa plural do presente do indicativo de estimarestimar].

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    estimarestimar
    ( es·ti·mar

    es·ti·mar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Fazer a estimativa ou o cálculo (ex.: ainda não conseguimos estimar os prejuízos). = AVALIAR, CALCULAR

    2. Folgar com, sentir prazer por (ex.: estimei muito aquele gesto). = GOSTAR

    3. Expressar votos de algo (ex.: estimar melhoras). = AUGURAR, DESEJAR

    4. [Náutica] [Náutica] Calcular, por conjetura, o caminho que o navio tem andado e o local onde se encontra; fazer a estima. = CALCULAR, DETERMINAR

    verbo transitivo e pronominal

    5. Ter ou ter-se em estima ou em estimação; sentir afeição ou apreço por. = APRECIAR, PREZAR, VALORIZARDESPREZAR

    6. Tratar ou tratar-se com cuidado ou estima; conservar ou permanecer em bom estado. = CUIDARESTRAGAR, MALTRATAR

    7. Ter ou ter-se na conta de (ex.: estimava-a competente; ele não se estima muito inteligente). = ACHAR, CONSIDERAR, JULGAR

    etimologiaOrigem:latim aestimo, -are, fixar o preço ou o valor de, avaliar, apreciar, considerar.

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    Esta palavra no dicionário

    bem-visto | adj.

    Que é considerado, estimado....


    benquisto | adj.

    Que é alvo de estima ou afeição....


    inestimável | adj. 2 g.

    Que não se pode calcular ou estimar (ex.: valor inestimável)....


    prezado | adj.

    Muito querido, muito estimado....


    quisto | adj.

    Aceite; estimado; amado; querido....


    A palavra "estimam-no-lo" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?