Significado de especulou-no-las

    A forma especulou-no-lasé [terceira pessoa singular do pretérito perfeito do indicativo de especularespecular].

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    especular1especular1
    |pè| |pè|
    ( es·pe·cu·lar

    es·pe·cu·lar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Estudar, observar com atenção, não prática, mas teoricamente. = INVESTIGAR

    2. [Figurado] [Figurado] Meditar, contemplar.

    verbo intransitivo

    3. Fazer especulação (comercial).

    4. Procurar vantagens próprias.

    verbo transitivo e intransitivo

    5. Formular hipóteses, sem se ter fundamentos ou factos concretos. = CONJETURAR

    etimologiaOrigem:latim speculor, -ari, espreitar, espiar, observar.

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    especular2especular2
    |pè| |pè|
    ( es·pe·cu·lar

    es·pe·cu·lar

    )

    adjectivo de dois génerosadjetivo de dois géneros

    1. Relativo a espelho (ex.: reflexão especular).

    2. Que reflete a luz (ex.: mineral especular).

    3. Que deixa passar a luz ou parte dela. = DIÁFANO, TRANSPARENTE

    etimologiaOrigem:latim specularis, -e.

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    Esta palavra no dicionário

    quiral | adj. 2 g.

    Que é assimétrico e não se pode sobrepor à sua imagem especular, à qual não é idêntico e com a qual não se confunde (ex.: centro quiral; molécula quiral; sistema quiral)....


    aquiral | adj. 2 g.

    Que é simétrico e se pode sobrepor à sua imagem especular (ex.: centro aquiral; molécula aquiral; objeto aquiral)....


    Que especula ou faz especulação (ex.: notícias especulatórias)....


    empresa | n. f.

    Especulação industrial ou mercantil....


    A palavra "especulou-no-las" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?