Significado de engavetasse

    A forma engavetassepode ser [primeira pessoa singular do pretérito imperfeito do conjuntivo de engavetarengavetar] ou [terceira pessoa singular do pretérito imperfeito do conjuntivo de engavetarengavetar].

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    engavetarengavetar
    ( en·ga·ve·tar

    en·ga·ve·tar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Meter ou guardar em gaveta (ex.: engavetou os lençóis).

    2. [Informal, Figurado] [Informal, Figurado] Pôr de lado, deixar de considerar (ex.: o governo acabou por engavetar as propostas da oposição). = DESCONSIDERAR, ESQUECER

    3. [Portugal, Informal] [Portugal, Informal] Colocar na prisão (ex.: a polícia já engavetou os tipos). = ENGAIOLAR, PRENDER

    4. [Brasil] [Brasil] Atrasar, voluntária ou involuntariamente, o andamento de um processo (ex.: a comissão engavetou o diploma legal durante meses). = RETARDAR

    verbo intransitivo e pronominal

    5. [Brasil] [Brasil] Chocar, um veículo, contra outro, em acidente rodoviário ou ferroviário (ex.: o carro deles engavetou; por causa do descarrilamento, vários vagões engavetaram-se).

    AntónimoAntônimo geral: DESENGAVETAR

    etimologiaOrigem:en- + gaveta + -ar.

    Secção de palavras relacionadas

    Esta palavra no dicionário

    desengavetar | v. tr.

    Tirar da gaveta (ex.: desengavetou os manuscritos)....


    engaiolar | v. tr. | v. pron.

    Meter em gaiola....


    engavetar | v. tr. | v. intr. e pron.

    Meter ou guardar em gaveta (ex.: engavetou os lençóis)....


    A palavra "engavetasse" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?