Significado de digitais-vo-la

    A forma digitais-vo-lapode ser [masculino e feminino plural de digitaldigital] ou [segunda pessoa plural do presente do indicativo de digitardigitar].

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    digitardigitar
    ( di·gi·tar

    di·gi·tar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Dar forma de dedo a.

    2. Prover de dedo ou dedos.

    3. Pressionar com os dedos.

    4. Introduzir (texto ou informação) com os dedos através de um teclado.

    etimologiaOrigem:latim digitus, -i, dedo + -ar.

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    digitaldigital
    ( di·gi·tal

    di·gi·tal

    )
    Imagem

    BotânicaBotânica

    Designação comum a várias plantas do género Digitalis, da família das escrofulariáceas, cujas flores têm a forma de um dedal e estão dispostas em cacho alongado.

    adjectivo de dois génerosadjetivo de dois géneros

    1. Dos dedos ou a eles relativos (ex.: articulações digitais; impressões digitais).

    2. Relativo a dígito.

    3. Que apresenta dados, resultados ou indicações sob forma numérica, por oposição a analógico (ex.: máquina digital; relógio digital; o som analógico é depois convertido em digital).

    4. [Informática] [Informática] Que é relativo ou envolve tecnologia eletrónica, como computadores ou Internet (ex.: legislação sobre os direitos de autor no espaço digital).

    nome feminino

    5. [Botânica] [Botânica] Designação comum a várias plantas do género Digitalis, da família das escrofulariáceas, cujas flores têm a forma de um dedal e estão dispostas em cacho alongado.Imagem = DEDALEIRA

    etimologiaOrigem:latim digitalis, -e.
    vistoPlural: digitais.
    iconPlural: digitais.

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    Esta palavra no dicionário

    digitado | adj.

    Que tem a forma dos dedos da mão humana....


    A palavra "digitais-vo-la" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?