Significado de desligavas-mo

    A forma desligavas-moé [segunda pessoa singular do pretérito imperfeito do indicativo de desligardesligar].

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    desligardesligar
    ( des·li·gar

    des·li·gar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e pronominal

    1. Desfazer ou desfazer-se uma ligação (ex.: é impossível desligar a teoria da prática; a deputada desligou-se do partido).LIGAR

    2. Parar o funcionamento de um aparelho, dispositivo ou mecanismo (ex.: desligue o microfone; desliguem a luz quando saírem; o computador desligou-se). = APAGARLIGAR

    3. [Informática, Telecomunicações] [Informática, Telecomunicações] Desfazer uma ligação a um computador ou dispositivo ou a uma rede de computadores ou dispositivos.LIGAR

    4. Deixar de dar atenção ou importância (ex.: ao fim de semana, eu desligo do trabalho; desligou-se e não pensou mais no assunto).LIGAR

    5. Libertar ou libertar-se de obrigação ou compromisso. = DESOBRIGAR, LIBERAROBRIGAR

    verbo transitivo e intransitivo

    6. Interromper um telefonema ou um contacto semelhante (ex.: desligaram o telefone; acho que ele já desligou).LIGAR

    verbo transitivo

    7. Desunir o que estava ligado ou atado (ex.: desligou o reboque). = DESATAR, DESPRENDER, SEPARARLIGAR

    8. Tirar uma ligadura (ex.: desligar o tornozelo).LIGAR

    9. [Teologia] [Teologia] Absolver.

    etimologiaOrigem:des- + ligar.

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    Esta palavra no dicionário

    conexo | adj.

    Que tem conexão....


    divelente | adj. 2 g.

    Que separa ou desliga; que arranca....


    ligado | adj.

    Que se ligou....


    solto | adj.

    Que se soltou....


    A palavra "desligavas-mo" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?