Significado de decompor-lhos

    A forma decompor-lhospode ser [infinitivo de decompordecompor], [primeira pessoa singular infinitivo flexionado de decompordecompor] ou [terceira pessoa singular infinitivo flexionado de decompordecompor].

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    decompordecompor
    |ô| |ô|
    ( de·com·por

    de·com·por

    )
    Conjugação:irregular.
    Particípio:irregular.

    verbo transitivo e pronominal

    1. Separar ou separar-se (um corpo ou um conjunto) nos seus elementos ou partes. = DESFAZER

    2. Causar ou sofrer uma alteração significativa. = ALTERAR, DESARRANJAR, DESCOMPOR, MODIFICAR

    3. Fazer entrar ou entrar em putrefação. = APODRECER, CORROMPER

    verbo transitivo

    4. Examinar por partes. = ANALISAR

    verbo pronominal

    5. Perder alguma das suas partes constitutivas.

    etimologiaOrigem:de- + compor.

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    Esta palavra no dicionário

    biodegradável | adj. 2 g.

    Que pode ser decomposto por microrganismos vivos até desaparecer por completo (ex.: detergente biodegradável)....


    sebácico | adj.

    Diz-se de um ácido que se obtém, decompondo as gorduras pelo calor....


    compostável | adj. 2 g.

    Que se pode decompor e fermentar para dar origem ao composto; que pode sofrer compostagem (ex.: embalagens compostáveis feitas a partir de materiais orgânicos)....


    A palavra "decompor-lhos" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
      Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
      Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
      Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
      Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.