Significado de coutavam-se-me

    A forma coutavam-se-meé [terceira pessoa plural do pretérito imperfeito do indicativo de coutarcoutar].

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    coutarcoutar
    ( cou·tar

    cou·tar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Tornar defesa (uma propriedade) proibindo a entrada nela e dando-lhe certos privilégios; proibir; tolher.

    2. [Antigo] [Antigo] O mesmo que acoitar.

    etimologiaOrigem:couto + -ar.

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    devesa | n. f.

    Terreno coutado em que há árvores de rendimento e pastos....


    coitada | n. f.

    O mesmo que coutada....


    montaria | n. f.

    Ato de correr caça grossa, de caçar, fazendo convergir um animal para um ponto dado....


    monteiro | n. m. | adj.

    Guarda de montados, matas, coutados....


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      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
      Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
      Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
      Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
      Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.