Significado de convocastes

    A forma convocastesé [segunda pessoa plural do pretérito perfeito do indicativo de convocarconvocar].

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    convocarconvocar
    ( con·vo·car

    con·vo·car

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Chamar ou convidar para que se efetue uma reunião formal ou oficial em local e com fim determinados (ex.: convocar uma greve).DESCONVOCAR

    2. Solicitar a presença ou participação em encontro informal (ex.: convocamos amigos para a tertúlia). = CONVIDAR

    3. Fazer reunir (ex.: convocou um conselho de ministros extraordinário). = CONSTITUIRDESCONVOCAR

    4. Solicitar imperativamente para prestar determinado serviço (ex.: convocar para o serviço militar; o treinador ainda não decidiu se vai convocar o jogador).DESCONVOCAR

    5. Pedir diligentemente (ex.: convoco a ajuda de todos). = SOLICITAR

    etimologiaOrigem:latim convoco, -are.

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    Esta palavra no dicionário

    Que serve para convocar (ex.: aviso convocatório)....


    daí | contr.

    Usa-se para indicar a origem ou a proveniência de um local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: saímos daí ainda de madrugada)....


    ecuménico | adj.

    Relativo ao universo, a toda a terra habitada....


    concílio | n. m.

    Assembleia do alto clero para tomar decisões disciplinares ou de fé (ex.: concílio diocesano; concílio nacional; concílio plenário; concílio provincial; concílio regional)....


    sínodo | n. m.

    Assembleia de eclesiásticos convocados por ordem do seu prelado ou de outro superior....


    A palavra "convocastes" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?