Significado de comungar-se-vos

    A forma comungar-se-vospode ser [infinitivo de comungarcomungar], [primeira pessoa singular do futuro do conjuntivo de comungarcomungar], [primeira pessoa singular infinitivo flexionado de comungarcomungar], [terceira pessoa singular do futuro do conjuntivo de comungarcomungar] ou [terceira pessoa singular infinitivo flexionado de comungarcomungar].

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    comungarcomungar
    ( co·mun·gar

    co·mun·gar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Dar a comunhão a.

    verbo intransitivo

    2. Receber a comunhão.

    3. [Figurado] [Figurado] Ter parte, participar.

    4. Ter as mesmas crenças ou opiniões (que outrem).

    etimologiaOrigem:latim communico, -are, pôr ou ter em comum, repartir, dividir, reunir, misturar, falar, conversar.

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    missa | n. f.

    Na religião católica, celebração do sacrifício do corpo e do sangue de Jesus Cristo, que é feito no altar pelo ministério do padre....


    papa-hóstias | n. 2 g. 2 núm.

    Pessoa que comunga frequentemente; pessoa que denota grande devoção religiosa ou é frequentador habitual de igrejas....


    azimita | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou pessoa que comunga com pão ázimo (em oposição a fermentário)....


    comungar | v. tr. | v. intr.

    Dar a comunhão a....


    A palavra "comungar-se-vos" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?