Significado de compósitas

    A forma compósitaspode ser [feminino plural de compósitocompósito], [nome feminino plural] ou [nome feminino].

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    compósitacompósita
    ( com·pó·si·ta

    com·pó·si·ta

    )

    nome feminino

    1. [Botânica] [Botânica] Espécime das compósitas.

    compósitas

    nome feminino plural

    2. [Botânica] [Botânica] O mesmo que compostas.

    etimologiaOrigem:feminino de compósito.

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    compósitocompósito
    ( com·pó·si·to

    com·pó·si·to

    )

    adjectivoadjetivo

    1. Que tem vários elementos heterogéneos. = COMPOSTO

    2. Que tem diversas finalidades; que serve múltiplos objetivos.

    3. [Arquitectura] [Arquitetura] [Arquitetura] Relativo à ordem compósita.

    4. [Botânica] [Botânica] Relativo às compósitas.

    nome masculino

    5. [Arquitectura] [Arquitetura] [Arquitetura] Ordem arquitetónica que mistura o estilo jónico e o coríntio, criação dos arquitetos do século XVI.

    etimologiaOrigem:latim compositus, -a, -um, disposto convenientemente, combinado, regulado, calmo, tranquilo.

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    Esta palavra no dicionário

    compósito | adj. | n. m.

    Relativo às compósitas....


    óvalo | n. m.

    Ornato oval, encontrado sobretudo em certos capitéis nas ordens jónica e compósita....


    equinácea | n. f.

    Designação vulgar de várias espécies de plantas da família das asteráceas, originárias da América do Norte, de flores compósitas e geralmente de cor violácea, com propriedades medicinais....


    compósita | n. f. | n. f. pl.

    Espécime das compósitas....


    A palavra "compósitas" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?