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    Esta palavra no dicionário

    pulha | n. f. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Dito ou pergunta que se dirige cavilosamente a uma pessoa para que ela fique em situação ridícula....


    rufião | n. m.

    Indivíduo que vive à custa do que uma prostituta ganha....


    chula | n. f.

    Instrumento para desbastar tábuas ou pequenas peças de madeira....


    alcaguete | n. m. | n. 2 g.

    Indivíduo que explora uma ou mais prostitutas....


    chula | n. f.

    Dança, música e canção populares típicas do norte de Portugal, de ritmo muito marcado....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?