Significado de bulíamos-mo

    A forma bulíamos-moé [primeira pessoa plural do pretérito imperfeito do indicativo de bulirbulir].

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    bulirbulir
    ( bu·lir

    bu·lir

    )
    Conjugação:irregular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e intransitivo

    1. Mover-se brandamente; agitar-se levemente (ex.: não havia nem uma brisa para bulir as folhas; estava tudo em silêncio e nada bulia). = FREMIR, PALPITAR

    verbo transitivo

    2. Pôr as mãos para alguma ação (ex.: não bulas mais nisso; não vou bulir nesse dinheiro). = MEXER, TOCAR

    3. Fazer referência ou comentário em relação a algo (ex.: decidiu não bulir no assunto). = ALUDIR, FALAR, MEXER, TOCAR

    4. Provocar algum estado emocional, geralmente incómodo ou irritação (ex.: a situação está a bulir com ele; esta voz estridente bole-me com os nervos). = AFETAR, MEXER

    5. Fazer troça de. = GOZAR, TROÇAR, ZOMBAR

    6. [Brasil, Popular] [Brasil, Popular] Tirar a virgindade de.

    verbo intransitivo

    7. [Portugal, Informal] [Portugal, Informal] Trabalhar (ex.: ela está sempre a bulir).

    etimologiaOrigem:latim bullio, -ire.

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    Esta palavra no dicionário

    incluso | adj.

    Que está incluído ou contido (ex.: veja a bula inclusa na caixa do medicamento)....


    Fórmula inscrita no alto de determinadas bulas pontifícias, em alguns documentos legais e igualmente em monumentos comemorativos, medalhas, etc., para garantir que algo fica registado para memória futura....


    banqueiro | n. m.

    O que faz operações bancárias ou detém um banco....


    Oficial da Cúria romana que solicita a expedição das bulas, breves, etc....


    Tribunal da Cúria romana onde se examinam os casos reservados ao papa e se expedem, em nome deste, bulas, dispensas, etc....


    A palavra "bulíamos-mo" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?