Significado de batalha-se-ma

    A forma batalha-se-mapode ser [feminino singular de batalhabatalha], [feminino singular topónimo de batalhabatalha], [masculino e feminino plural e singular antropónimo de batalhabatalha], [segunda pessoa singular do imperativo de batalharbatalhar] ou [terceira pessoa singular do presente do indicativo de batalharbatalhar].

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    batalharbatalhar
    ( ba·ta·lhar

    ba·ta·lhar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo intransitivo

    1. Pelejar.

    2. [Figurado] [Figurado] Porfiar; disputar acaloradamente.

    3. Esforçar-se.

    etimologiaOrigem:batalha + -ar.

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    batalhabatalha
    ( ba·ta·lha

    ba·ta·lha

    )

    nome feminino

    1. Ação geral de guerra, entre dois exércitos ou duas esquadras. = COMBATE, LUTA

    2. Oposição de forças ou de ideias. = LUTA

    3. Discussão acalorada.

    4. Esforço para conseguir algo ou para superar dificuldades. = LIDA, LUTA


    batalha naval

    Combate armado no mar.

    [Jogos] [Jogos]  Jogo em que duas pessoas simulam um confronto no mar e cada um coloca os seus navios de guerra na sua área de jogo de um tabuleiro em posição desconhecida do adversário, que procura atingi-los com conjuntos de 3 tiros identificados pelas coordenadas de letras e números.

    etimologiaOrigem:latim tardio battualia, -ium ou battalia, -ium, exercícios de luta ou de esgrima.

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    Esta palavra no dicionário

    Palavras de Horácio alusivas à sua fuga precipitada da batalha de Filipos que podem aplicar-se a todos que desertam diante do inimigo....


    batalha | n. f.

    Ação geral de guerra, entre dois exércitos ou duas esquadras....


    A palavra "batalha-se-ma" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?