Significado de bastas-mas

    A forma bastas-maspode ser [feminino plural de bastobasto] ou [segunda pessoa singular do presente do indicativo de bastarbastar].

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    basto1basto1
    ( bas·to

    bas·to

    )

    adjectivoadjetivo

    1. Que mostra espessura ou densidade (ex.: bastos cabelos). = DENSO, ESPESSORALO

    2. Que se mostra numa unidade, sem espaços (ex.: milhos bastos). = COMPACTO

    3. Que mostra abudância. = FARTO

    4. Que existe em grande número (ex.: bastos exemplos confirmam esta teoria; foram prevenidos bastas vezes). = NUMEROSORARO

    etimologiaOrigem:latim *bastus.

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    basto2basto2
    ( bas·to

    bas·to

    )

    nome masculino

    1. [Jogos] [Jogos] Ás de paus, em especial no voltarete.

    2. [Brasil] [Brasil] Arreio usado como sela. (Mais usado no plural.) = LOMBILHO

    etimologiaOrigem:espanhol basto.

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    bastarbastar
    ( bas·tar

    bas·tar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo intransitivo

    1. Ser suficiente.

    2. Satisfazer.


    quanto baste

    Expressão usada, geralmente em receitas culinárias, para indicar que a quantidade de determinado ingrediente deve ser aquela que cada um considera suficiente ou necessária (ex.: acrescente sal quanto baste) [abreviatura: q.b.].

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    Esta palavra no dicionário

    avonda | interj.

    Expressão usada para mandar parar uma ação ou para fazer calar....


    bonda | interj.

    Expressão usada para interromper ou mandar parar uma ação ou para fazer calar....


    pestanudo | adj.

    Que tem pestanas bastas e compridas....


    vonda | adv. | interj.

    Muito....


    A palavra "bastas-mas" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?