Significado de aventura-se

    A forma aventura-sepode ser [feminino singular de aventuraaventura], [segunda pessoa singular do imperativo de aventuraraventurar] ou [terceira pessoa singular do presente do indicativo de aventuraraventurar].

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    aventuraraventurar
    ( a·ven·tu·rar

    a·ven·tu·rar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e pronominal

    1. Pôr ou pôr-se em risco. = ARRISCAR

    2. Sujeitar ou sujeitar-se à ventura.

    verbo transitivo

    3. Dizer ou fazer algo sem certeza (ex.: não quis aventurar alvitres; aventurou que ia haver um problema). = ALVITRAR, AVENTAR, SUGERIR

    etimologiaOrigem:aventura + -ar.

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    aventuraaventura
    ( a·ven·tu·ra

    a·ven·tu·ra

    )

    nome feminino

    1. Feito extraordinário.

    2. Caso inesperado que sobrevém e que merece ser relatado. = PERIPÉCIA

    3. [Pouco usado] [Pouco usado] Ocasião imprevista que produz um facto. = ACASO, CONTINGÊNCIA, EVENTUALIDADE

    4. Ação ou empreendimento que envolve risco e cujo resultado é incerto.

    5. Relacionamento amoroso de curta duração e considerado de pouca importância.

    etimologiaOrigem:francês aventure.

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    iconeConfrontar: ventura.

    Esta palavra no dicionário

    Que tem, pelas suas aventuras extraordinárias ou inverosímeis, semelhança com a figura de Rocambole, herói aventureiro do escritor francês Ponson du Terrail (1829-1871) (ex.: história rocambolesca)....


    Com muitas peripécias ou aventuras extraordinárias; de modo rocambolesco....


    lance | n. m.

    Ato ou efeito de lançar....


    western | n. m.

    Obra, geralmente um filme, com peripécias movimentadas, cujo género foi criado na América do Norte e que narra geralmente as aventuras dos pioneiros e dos cobóis no Oeste norte-americano, no século XIX....


    A palavra "aventura-se" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?