Significado de apalpes-mos

    A forma apalpes-mosé [segunda pessoa singular do presente do conjuntivo de apalparapalpar].

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    apalparapalpar
    ( a·pal·par

    a·pal·par

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e pronominal

    1. Tocar ou examinar com a mão (ex.: apalpar a fruta; apalpar o bolso; apalpou-se à procura da carteira). = PALPAR, TATEAR

    verbo transitivo

    2. Manter contacto sensual, geralmente de modo dissimulado.

    3. Procurar conhecer (ex.: apalpar o público; apalpar o terreno). = EXPLORAR, SONDAR

    4. Observar com prudência. = AVALIAR

    5. Causar danos ou efeitos negativos (ex.: a guerra apalpara toda a região). = AFLIGIR, ASSOLAR, DEVASTAR, FLAGELAR, MALTRATAR, MOLESTAR

    etimologiaOrigem:a- + palpar, do latim palpo, -are, tocar ao de leve com a mão, acariciar, afagar, tentar, experimentar.

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    Esta palavra no dicionário

    intangível | adj. 2 g.

    Que não pode ser tocado ou apalpado (ex.: bens intangíveis)....


    tangível | adj. 2 g.

    Que pode ser tocado ou apalpado....


    tocado | adj.

    Em que se tocou....


    tatura | n. f.

    Ato de tatear ou apalpar....


    A palavra "apalpes-mos" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
      Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
      Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
      Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
      Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.