Significado de resolvam-se-tos

    A forma resolvam-se-tospode ser [terceira pessoa plural do imperativo de resolverresolver] ou [terceira pessoa plural do presente do conjuntivo de resolverresolver].

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    resolverresolver
    |vê| |vê|
    ( re·sol·ver

    re·sol·ver

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e pronominal

    1. Decompor em partes constituintes. = DECOMPOR

    2. Fazer passar ou por uma transformação. = CONVERTER, MUDAR, REDUZIR, TRANSFORMAR

    3. Dissolver ou dissolver-se pouco a pouco (ex.: o gelo resolveu o inchaço; o quisto resolveu-se). = DESFAZER, DISSOLVER

    4. Chegar a um resultado, geralmente depois de uma empate ou de uma dúvida (ex.: resolver uma disputa; o combate resolveu-se no último segundo).

    verbo transitivo

    5. Achar a solução ou a explicação de (ex.: resolver uma equação; resolver um problema). = SOLUCIONAR

    6. Tornar nulo ou inválido (ex.: resolver o contrato). = ANULAR, DESFAZER, RESCINDIR

    verbo transitivo, intransitivo e pronominal

    7. Tomar uma resolução ou uma decisão (ex.: resolveu que vai fazer uma viagem; resolveu investigar melhor; ainda não resolvi; não se resolveram a vender a casa). = DECIDIR

    verbo pronominal

    8. Ter como base ou fundamento (ex.: esta argumentação resolve-se em pressupostos falsos). = BASEAR-SE, CONSISTIR, FUNDAR-SE, FUNDAMENTAR-SE

    etimologiaOrigem:latim resolvo, -ere, desatar, desligar, libertar, soltar, abrir, dissolver, derreter, desfazer.

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    Esta palavra no dicionário

    | adv. | interj.

    Local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: chego aí num instante; quando foi que estiveram aí?)....


    Que resolve os cálculos da bexiga....


    complicado | adj.

    Difícil de resolver, de compreender ou de fazer....


    A palavra "resolvam-se-tos" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?