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    violenta-nos

    Relativo à anafilaxia ou a um aumento violento da sensibilidade do organismo a antígeno (ex.: choque anafilático; reação anafilática)....


    contundente | adj. 2 g.

    Que pode provocar lesão ou contusão pela pressão exercida numa parte do corpo, batendo ou chocando (ex.: arma contundente; instrumento contundente; pancada contundente)....


    feroz | adj. 2 g.

    Que tem índole ou natureza de fera....


    forçante | adj. 2 g.

    Que força ou violenta....


    forçoso | adj.

    Indispensável, inevitável; absolutamente preciso....


    veemente | adj. 2 g.

    Que mostra ímpeto ou força (ex.: amor veemente; ódio veemente)....


    vulcaniano | adj.

    Diz-se de um tipo de erupção vulcânica caracterizada pela emissão de lavas viscosas e por violentas explosões....


    violentado | adj.

    Que foi constrangido, forçado....


    violento | adj.

    Impetuoso; fogoso; à força....


    arrancão | n. m.

    Arranco forte; sacão violento....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?