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    vigesse-te

    vígil | adj. 2 g.

    Que vela ou que vigia....


    vixe | interj.

    Exprime espanto, ironia, aborrecimento ou repulsa (ex.: Vixe, assim fica difícil! Que horror, vixe!)....


    invigilante | adj. 2 g.

    Que não vigia ou não está com atenção....


    camaranchão | n. m.

    Obra avançada numa fortaleza, muralha ou edifício, que se usa como lugar de vigia....


    mocambo | n. m.

    Local onde os escravos negros se abrigavam, quando fugiam para o mato....


    atalaia | n. f. | n. 2 g.

    Torre, guarita ou lugar alto donde se vigia....


    olheiro | n. m.

    Pessoa que observa com objetivo de transmitir informações a alguém....


    proeiro | n. m.

    Marinheiro que vigia a proa....


    vige | n. f.

    Exprime espanto, ironia, aborrecimento ou repulsa (ex.: Vige, que susto!)....


    epíscopo | n. m.

    Antigo magistrado grego e romano....


    vigia | n. f. | n. 2 g.

    Ato ou efeito de vigiar....


    vigieiro | n. m.

    Vigia ou guarda campestre....


    taquifilaxia | n. f.

    Esgotamento do efeito terapêutico de um medicamento pela repetição das doses....


    guarda-freio | n. 2 g.

    Indivíduo que vigia os freios das carruagens....


    guarita | n. f.

    Torre, nos ângulos dos antigos baluartes....


    prefeito | n. m.

    Chefe de uma prefeitura, na antiga Roma....


    velador | n. m. | adj.

    Pessoa que vela....


    alerta | adv. | adj. 2 g. | interj. n. m. | interj.

    Vigiando, exercendo vigilância (ex.: depois de um susto, ficamos mais alerta para estas questões de saúde)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?