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    usou-mo

    afasta | interj.

    Expressão usada para afastar ou mandar embora....


    agaloado | adj.

    Guarnecido de galões....


    aí | adv. | interj.

    Local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: chego aí num instante; quando foi que estiveram aí?)....


    aliás | adv.

    De outro modo, se não fosse assim....


    alfim | adv.

    Enfim, finalmente....


    ajupe | interj.

    Palavra usada pelos tropeiros para estimular os animais....


    antiquado | adj.

    Que está fora de uso por antigo....


    aquemeneres | interj.

    Expressão usada, geralmente de forma jocosa, para indicar concordância ou confirmação; sim, senhor; isso mesmo....


    arreda | interj.

    Expressão usada para afastar ou mandar embora....


    arteiro | adj.

    Que tem ou usa de manha ou astúcia....


    avonda | interj.

    Expressão usada para mandar parar uma ação ou para fazer calar....


    babau | interj.

    Expressão usada para indicar que algo se perdeu ou se acabou....


    bizarro | adj.

    Que se destaca pela postura, distinção, elegância (ex.: porte bizarro)....


    bandeiro | adj.

    Que pertence a um bando....


    bonda | interj.

    Expressão usada para interromper ou mandar parar uma ação ou para fazer calar....


    cadê | adv. interr.

    Usa-se para interrogar onde está alguma coisa (ex.: cadê o dinheiro?)....


    boçudo | adj.

    Dizia-se do pau ou moca, usado como arma de guerra pelos indígenas de Angola....


    cá | adv.

    Aqui; neste lugar; nesta terra; para aqui....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?