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    tratei-mo

    amecê | pron. pess. 2 g.

    Forma de tratamento informal que se dirige a pessoas que não são tratadas por tu e que obriga à concordância com o verbo na terceira pessoa....


    Que vem a propósito ou em relação a algo falado, pensado ou tratado (ex.: ele tem um humor sempre apropositado; observação apropositada)....


    Que tem pelos na axila (tratando-se de folhas vegetais)....


    convosco | pron. pess. 2 g.

    Com a(s) pessoa(s) a quem o emissor se dirige, num tratamento por "vós" ou por "vocês"....


    enícola | adj. 2 g.

    Diz-se do organismo que vive ou se cultiva no vinho....


    esmiuçado | adj.

    Dividido em bocadinhos; muito dividido....


    extraparlamentar | adj. 2 g.

    Que não pertence ao parlamento ou que acontece fora do parlamento (ex.: luta extraparlamentar; partido político extraparlamentar)....


    exaustivo | adj.

    Que trata por completo um tema (ex.: o autor fez o levantamento exaustivo dos prejuízos causados pela seca)....


    fedífrago | adj.

    Que quebra ou não cumpre um tratado ou uma aliança; que não executa um compromisso....


    Relativo à flebologia ou às veias (ex.: tratamento flebológico)....


    Que participa juntamente da feição heroica e da cómica....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.