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    transplanta

    guicho | adj.

    Seguro, viçoso, direito (falando de vegetal há pouco transplantado)....


    renal | adj. 2 g.

    Relativo ao rim ou aos rins ou que existe nos rins (ex.: cólica renal, insuficiência renal, transplante renal)....


    autólogo | adj.

    Relativo ao própro indivíduo....


    alogénico | adj.

    Que relativo à da mesma espécie, mas geneticamente diferente (ex.: componente sanguíneo alogénico; transplante alogénico)....


    corneal | adj. 2 g.

    Relativo à córnea (ex.: transplante corneal)....


    viveiro | n. m.

    Canteiro ou recinto onde se semeiam vegetais que hão de ser transplantados....


    Transplantação para um indivíduo, de partes de tecido tiradas de outro indivíduo....


    Grau de compatibilidade entre as particularidades teciduais imunitárias de diferentes indivíduos, que condiciona o transplante de tecidos....


    ciclosporina | n. f.

    Substância (C62H111N11O12) extraída do fungo Tolypocladium inflatum e usada como imunossupressor, nomeadamente para prevenir a rejeição de órgãos transplantados....


    alfobre | n. m.

    Local onde se semeiam plantas hortenses para transplante futuro....


    translação | n. f.

    Ato ou efeito de transladar ou trasladar....


    transplante | n. m.

    Fragmento de tecido ou órgão que se transplanta....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?