Pesquisa nas Definições por:

    tasca-mo

    bangalé | n. m.

    Festança campestre....


    bouceira | n. f.

    Estopa grosseira que se tira do linho....


    propina | n. f.

    Gorjeta, gratificação....


    taberna | n. f.

    Loja onde se vende vinho a retalho....


    frege | n. m.

    Estabelecimento modesto, popular e geralmente pouco asseado, que vende bebidas e refeições....


    bodega | n. f.

    Pequeno estabelecimento comercial modesto e popular que vende sobretudo bebidas e comidas ligeiras....


    tasca | n. f.

    Estabelecimento de restauração, tradicionalmente modesto, popular e pouco espaçoso, que vende bebidas e refeições de base tradicional, geralmente a preços acessíveis e em ambiente informal e acolhedor (ex.: almoçou dois pastéis de bacalhau e um copo de tinto numa tasca de bairro; jogavam cartas na tasca da aldeia; vamos a uma tasca para petiscos e cerveja; típica tasca portuguesa)....


    tascante | adj. 2 g. | n. m.

    Que tasca....


    tasco | n. m.

    Estopa grossa que se separa do linho com a espadela....


    tasqueiro | adj. | n. m.

    Relativo a tasca (ex.: comida tasqueira; vinho tasqueiro; anedotas tasqueiras)....


    tasquinha | n. f. | n. 2 g.

    Utensílio plano de madeira para bater o linho e limpá-lo dos tascos ou partes fibrosas....


    tomento | n. m.

    Parte fibrosa e áspera do linho; estopa grossa....


    locanda | n. f.

    Pequena mercearia....


    espadela | n. f.

    Utensílio plano de madeira para bater o linho e limpá-lo dos tomentos ou partes fibrosas....


    tascar | v. tr.

    Tirar o tasco a (ex.: tascar o linho)....


    tasquinhar | v. tr. e intr.

    Separar, batendo com tasquinha ou espadela, as partes fibrosas do linho....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?