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    tabulas-lho

    tala | n. f.

    Ação de talar ou sulcar os campos para os desalagar....


    tabla | n. f. | adj. 2 g.

    Chapa, lâmina....


    tábula | n. f.

    Mesa, geralmente para jogo ou refeições....


    távola | n. f.

    O mesmo que tábula....


    tab | n. m.

    Tecla que serve para deslocar o cursor, um texto ou outro elemento gráfico através de vários espaços predefinidos ou para fazer a deslocação entre células ou opções de um menu....


    tábua | n. f. | n. f. pl.

    Peça de madeira serrada ao comprido, de largura variável e pouco grossa; prancha....


    tabuleiro | n. m.

    Peça disposta para nela se jogarem certos jogos, como o xadrez, as damas, etc....


    tala | n. f.

    Placa ou dispositivo com uma superfíce delgada e rígida que se comprime por ligaduras de encontro a alguma parte do corpo para a manter imóvel....


    tabular | v. tr. | v. tr. e intr.

    Marcar os pontos em que o carro da máquina de escrever deve parar para alinhar o texto em colunas....


    tabular | adj. 2 g.

    Relativo a tábuas, mapas, quadros, etc....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?