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    tabico-os

    xaimel | n. m.

    Cada uma das ripas ou tábuas que se cruzam para formar o tabique a rebocar....


    tabica | n. f.

    A última peça da borda do navio que cobre o topo das aposturas....


    antepara | n. f.

    Estrutura que serve de tabique para dividir em compartimentos o interior de um navio....


    enxaimel | n. m.

    Cada uma das ripas ou tábuas que se cruzam para formar o tabique que se há de rebocar....


    gradaria | n. f.

    Série de grades ou tabiques formada de barras paralelas....


    enxamel | n. m.

    Cada uma das ripas ou tábuas que se cruzam para formar o tabique que se há de rebocar....


    baia | n. f.

    Tabique ou trave que nas cavalariças separa os cavalos....


    frontal | adj. 2 g. | adj. 2 g. n. m. | n. m.

    Da fronte ou testa (ex.: zona frontal)....


    tabicar | v. tr.

    Pôr ou fazer tabiques em....


    tabicar | v. tr.

    Pôr tabica em (ex.: tabicar as tábuas)....


    dissepimento | n. m.

    Divisória interna entre duas cavidades ou estruturas....


    septo | n. m.

    Membrana ou divisória que separa duas cavidades ou estruturas (ex.: septo escrotal; septo nasal)....


    tabique | n. m.

    Parede feita com grade de madeira delgada e estreita, cujos vãos se enchem de argamassa....


    taipa | n. f.

    Parede feita com grade de madeira delgada e estreita, cujos vãos se enchem de argamassa....


    sebe | n. f.

    Tapume vegetal que serve para delimitar ou para impedir a entrada num terreno....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?