Pesquisa nas Definições por:

    sucedem

    casual | adj. 2 g.

    Que depende do acaso....


    fortuito | adj.

    Que sucede inopinada e casualmente....


    insucessível | adj. 2 g.

    Não sucessível; incapaz de suceder a outro....


    loquial | adj. 2 g.

    Relativo aos lóquios ou à evacuação sanguínea vaginal que sucede ao parto....


    noturnal | adj. 2 g.

    Relativo à noite....


    pós-escolar | adj. 2 g.

    Que sucede ou aparece depois do período da escolaridade....


    recente | adj. 2 g.

    Que tem pouco tempo (ex.: tecnologia recente)....


    remoto | adj.

    Que sucedeu há muito tempo....


    rotativo | adj.

    Diz-se dos partidos que se sucedem alternadamente no poder....


    semestral | adj. 2 g.

    Relativo a semestre....


    sexenal | adj. 2 g.

    Que sucede de seis em seis anos....


    sucessivo | adj.

    Que sucede sem interrupção....


    tempestivo | adj.

    Que vem ou sucede no tempo próprio....


    ulterior | adj. 2 g.

    Que vem depois, que sucede depois (por oposição a anterior)....


    núpero | adj.

    Que tem pouco tempo; sucedido há pouco....


    Que não sucede ou aparece com intervalos regulares....


    perinatal | adj. 2 g.

    Que antecede ou sucede o nascimento (ex.: período perinatal)....


    Custe o que custar; suceda o que suceder....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.