Pesquisa nas Definições por:

    sofistica-mos

    paroquial | adj. 2 g.

    Que diz respeito ao pároco ou à paróquia....


    artesanal | adj. 2 g.

    Relativo a artesanato....


    eroteca | n. f.

    Lugar onde se vendem artigos erógenos sofisticados....


    matarruano | n. m.

    Pessoa rude ou pouco sofisticada....


    banda | n. f.

    Parte lateral de um objeto....


    bimbo | adj. n. m. | n. m.

    Que ou quem tem gosto considerado pouco sofisticado ou pouco evoluído....


    possidónio | n. m. | adj. n. m.

    Político provinciano que só vê a salvação do país no corte profundo e incondicional de todas as despesas públicas....


    possidonismo | n. m.

    Falta de sofisticação, de requinte ou de bom gosto; qualidade do que é possidónio....


    possidoneira | n. f.

    Falta de sofisticação, de requinte ou de bom gosto; qualidade do que é possidónio....


    sofisticar | v. tr. e pron. | v. tr. | v. tr. e intr.

    Tornar ou ficar rebuscado, afetado, complicado ou requintado....


    sofismar | v. tr. e intr. | v. intr.

    Torcer (argumento ou questão)....


    metrossexual | adj. 2 g. n. m. | adj. 2 g.

    Diz-se de ou homem, em geral de meio urbano, que apresenta grandes cuidados estéticos e um elevado grau de sofisticação na escolha de cosméticos, vestuário e acessórios....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.