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    serviu-nos

    Que abona; que serve para abonar....


    Que alimenta ou serve para alimentar (ex.: géneros alimentícios; massas alimentícias; produto alimentício)....


    adulativo | adj.

    Que serve para adular ou que envolve adulação....


    aerífero | adj.

    Que conduz ar para o interior ou que contém ar (ex.: parênquima aerífero)....


    Da aleluia ou referente a aleluia....


    aviajado | adj.

    Diz-se da curva policêntrica formada por arcos de círculo que serve para unir dois pilares de diferente nível....


    axoide | adj. 2 g.

    Que tem a forma de eixo ou que serve de eixo....


    Cujos ramos são de corpulência tal que podem servir de bordão....


    basilar | adj. 2 g.

    Que é ou serve de base ou fundamento....


    carneeiro | adj.

    Que serve para cortar carne ou matar reses....


    caudínamo | adj.

    Que se serve da cauda para pegar nos objetos....


    Que comprime ou serve para comprimir....


    Que serve para convocar (ex.: aviso convocatório)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?