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    rolharmos

    Que está perfurado duas vezes; que tem dois furos ou perfurações (ex.: rolha biperfurada)....


    rolhável | adj. 2 g.

    Que se pode usar para fazer rolhas (ex.: calibre rolhável; cortiça rolhável)....


    saca-rolhas | n. m. 2 núm.

    Instrumento com que se extraem as rolhas das garrafas....


    cápsula | n. f.

    Pequeno recipiente....


    estaquilha | n. f.

    Torno de madeira em que os rolheiros preparam os quartos de cortiça, de que fazem as rolhas....


    rolheiro | adj. | n. m.

    Relativo a rolha (ex.: as práticas rolheiras são regidas por um código internacional)....


    rolhista | n. 2 g.

    Pessoa que fabrica rolhas ou que trabalha em cortiça....


    tafulho | n. m.

    Coisa que se introduz numa abertura para a tapar....


    rolho | n. m. | adj.

    Peça para tapar a boca ou o gargalo de certos recipientes....


    rolhadora | n. f.

    Máquina para rolhar garrafas (ex.: rolhadora automática)....


    formilha | n. f.

    Peça de ferro sobre a qual os rolheiros assentam a faca com que fazem as rolhas....


    tapulho | n. m.

    Aquilo com que se tapa....


    saca-rolha | n. m.

    Instrumento com que se extraem as rolhas das garrafas....


    corcha | n. f.

    Casca do sobreiro, do sobro e da azinheira....


    quadrador | adj. n. m.

    Que ou aquele que reduz à forma quadrada....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.