Pesquisa nas Definições por:

    reto

    aberrante | adj. 2 g.

    Anormal, excecional, que se desvia do caminho reto....


    Designativo da peça de carpintaria que não foi cortada em ângulo reto....


    eutícomo | adj.

    Que tem cabelo grosso e comprido....


    gamado | adj.

    Com as extremidades em ângulo reto, à semelhança da letra gama maiúscula (ex.: cruz gamada)....


    homótropo | adj.

    Diz-se do embrião que, sem ser reto, toma a mesma direção da semente....


    obtuso | adj.

    Diz-se do ângulo maior ou mais aberto que o reto, compreendido entre os 90 e os 180 graus....


    Diz-se de um prisma reto cuja base é um losango....


    pátulo | adj.

    Aberto em ângulo quase reto....


    probo | adj.

    Que tem caráter honrado, justo, reto; que age com correção, honestidade, integridade (ex.: cidadãos probos; vida proba)....


    Diz-se do sistema do prisma reto de base quadrada....


    retal | adj. 2 g.

    Pertencente ou relativo ao reto, parte final do intestino grosso....


    retígrado | adj.

    Que se move ou anda em linha reta....


    suástico | adj.

    Com as extremidades voltadas para a direita formando ângulo reto (ex.: cruz suástica)....


    vesicorretal | adj. 2 g.

    Relativo à bexiga e ao reto (ex.: fístula vesicorretal)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.