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    resultares

    aquém | adv.

    Para cá, do lado de cá....


    atordoado | adj.

    Que perdeu os sentidos, em resultado de pancadas, quedas ou comoção....


    cársico | adj.

    Diz-se do relevo característico das regiões em que as rochas calcárias constituem espessas camadas fundamentais e que resulta da ação, em grande parte subterrânea, de águas dissolventes....


    cérico | adj.

    Diz-se de um ácido que resulta da ação do ácido nítrico sobre a cera....


    circunstancial | adj. 2 g.

    Relativo a circunstância ou condição....


    eficaz | adj. 2 g.

    Que tem eficácia....


    emergente | adj. 2 g.

    Que emerge; que resulta ou procede....


    eletivo | adj.

    Relativo a eleição (ex.: assembleia geral eletiva; congresso eletivo; processo eletivo)....


    favado | adj.

    Que se gorou; que teve resultado negativo....


    frustrado | adj.

    Que não produziu efeito....


    Que se miscigenou ou resulta de miscigenação....


    Diz-se da forma que, em virtude de leis fonéticas, resulta de dois ou mais étimos diferentes....


    húmico | adj.

    Que diz respeito ao húmus ou humo (ex.: matéria húmica; substâncias húmicas)....


    ígneo | adj.

    Que tem fogo ou é de fogo....


    inoperante | adj. 2 g.

    Que não opera; que não funciona....


    pútrido | adj.

    Corrupto; podre; pestilencial....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?