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    repugnar-to

    repugnável | adj. 2 g.

    Que causa repugnância (ex.: atitude repugnável)....


    hediondo | adj.

    Que causa repulsa ou é considerado muito feio (ex.: criatura hedionda; rosto hediondo)....


    vil | adj. 2 g. | n. 2 g.

    De pouca conta, insignificante, pequeno; pobre, mísero; mesquinho, humilde....


    feder | v. intr.

    Cheirar mal....


    nausear | v. tr. | v. intr.

    Causar náuseas a....


    repugnar | v. intr. | v. tr.

    Causar repulsa, asco, aversão....


    revoltar | v. tr. | v. pron.

    Pôr em revolução....


    repugnado | adj.

    Que mostra repugnância, nojo ou aversão (ex.: afastou-se, muito repugnada)....


    arripunar | v. tr.

    Sentir repugnância por....


    lixo | n. m.

    Qualquer matéria ou coisa que repugna por estar suja ou que se deita fora por não ter utilidade....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?