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    repelem-ma

    obsidional | adj. 2 g.

    Relativo a cerco ou assédio....


    pulsátil | adj. 2 g.

    Que pulsa; que tem pulsação....


    Que tem marcas ou cores para avisar ou repelir os predadores....


    defeso | adj. | n. m.

    Que é alvo de uma proibição (ex.: tempo defeso; terreno defeso; apreenderam objetos defesos)....


    empurrão | n. m.

    Movimento com que se pretende afastar, repelir ou fazer cair....


    repelido | adj. | n. m.

    Que se repeliu....


    repelo | n. m.

    Repelão, violência....


    repulsa | n. f.

    Ato ou efeito de repelir....


    repulsão | n. f.

    Ato ou efeito de repelir....


    repulso | adj. | n. m.

    Repelido....


    hidrorrepelente | adj. 2 g. | n. m.

    Que repele a água ou reduz o embaciamento (ex.: revestimento hidrorrepelente)....


    Propriedade de alguns animais que têm marcas ou cores para avisar ou repelir os predadores....


    rebatido | adj. | n. m.

    Calcado; apisoado; muito batido....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?