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    Pesquisa nas Definições por:

    regulo

    adrede | adv.

    De propósito; de caso pensado (ex.: regulamento adrede divulgado)....


    Que não é regulado por lei ou praxe, mas só depende do critério ou vontade....


    coloidal | adj. 2 g.

    Que tem a aparência e a transparência da cola....


    extrarregulamentar | adj. 2 g.

    Que está fora do regulamento; não autorizado pelo regulamento....


    infenso | adj.

    Que se opõe a (ex.: normas infensas ao regulamento vigente)....


    isódomo | adj.

    Cujas fiadas (de cantaria) são regulares e iguais....


    isomérico | adj.

    Diz-se dos corpos que têm a mesma composição elementar, mas não as mesmas propriedades....


    mediano | adj.

    Nem grande nem pequeno....


    modesto | adj.

    Que tem ou revela modéstia....


    sabático | adj.

    Relativo ou pertencente ao sábado....


    palmeiro | adj.

    Que regula pelo tamanho de um palmo....


    pro rata | loc.

    Usa-se para indicar que algo é feito numa determinada proporção (ex.: cálculo pro rata, deduzir pro rata)....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?