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    regi-a

    Relativo à democracia ou aos democratas....


    Diz-se do espírito universal que, segundo certos filósofos, rege a matéria-prima....


    paraestatal | adj. 2 g.

    Diz-se das instituições autárquicas, mas sujeitas a uma fiscalização do Estado ou que é propriedade do Estado embora se reja por administração própria....


    regimental | adj. 2 g.

    Pertencente a um regimento....


    tu | pron. pess. 2 g.

    Pronome da 2.ª pessoa do singular, dos dois géneros, geralmente com função de sujeito (ex.: tu és alto), predicativo do sujeito (ex.: gostava de ser tu), vocativo (ex.: ó tu, vem cá) ou ainda em complementos regidos por preposições como afora, fora, exceto, menos, salvo, senão e tirante (ex.: quem, senão tu, me faria isto?)....


    extrarregimental | adj. 2 g.

    Que está fora do regimento; não autorizado pelo regimento (ex.: ato extrarregimental)....


    disciplina | n. f. | n. f. pl.

    Conjunto de leis ou ordens que regem certas coletividades....


    Direito que assiste aos representantes das nações estrangeiras de se regerem pelas leis do país que representam....


    provença | n. f.

    Dinheiro e víveres que as câmaras adiantavam aos recrutas até se incorporarem nos regimentos....


    darma | n. m.

    No hinduísmo, conjunto dos princípios religiosos e morais que regem a conduta individual e social....


    brigada | n. f.

    Agrupamento de tropas, composto, pelo menos, de dois regimentos de infantaria, com artilharia, aviação, etc....


    esquadrão | n. m.

    Secção de um regimento de cavalaria cujo comando compete a um capitão....


    oficialidade | n. f.

    Conjunto dos oficiais de um regimento ou do exército....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?