Pesquisa nas Definições por:

    refuto

    irrefragável | adj. 2 g.

    Que não pode ser refutado ou negado....


    irrefutável | adj. 2 g.

    Que não é suscetível de refutação; que não se pode refutar (ex.: evidências irrefutáveis)....


    refutável | adj. 2 g.

    Que se pode refutar (ex.: ponto de vista falível e refutável)....


    inilidível | adj. 2 g.

    Que não se pode ilidir ou refutar (ex.: presunção inilidível)....


    apofático | adj.

    Relativo a apófase ou a negação, refutação ou contestação....


    confutação | n. f.

    Refutação (em que se demonstra o erro)....


    repulso | adj. | n. m.

    Repelido....


    rebatida | n. f.

    Ato de rebater; refutação; contestação....


    caralho | n. m. | interj.

    Órgão sexual masculino....


    resposta | n. f.

    Ato ou efeito de responder....


    escambau | n. m.

    Conjunto alargado de coisas, mencionadas ou para além das mencionadas (ex.: a rua está cheia de lojinhas que vendem tudo e mais um escambau). [Usado sobretudo nas locuções o escambau, o escambau a quatro e ser o escambau.]...


    apófase | n. f.

    Negação ou proposição negativa, por oposição a catáfase....


    refutação | n. f.

    Discurso com o qual se prova a não razão de outro....


    repulsor | adj. n. m.

    Que ou quem repele ou repulsa (ex.: arma repulsora, repulsor de ratos)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?