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    queixou-mo

    queixeiro | adj.

    Diz-se do dente do siso....


    queixudo | adj.

    Que tem grandes queixos....


    quérulo | adj.

    Que se queixa ou lamenta....


    Que tem acumulação de tecido gordo por baixo do queixo....


    álgico | adj.

    Relativo à dor (ex.: queixas álgicas)....


    Axioma jurídico, segundo o qual não se deve levantar queixa por prejuízo consentido....


    geniano | adj.

    Relativo ao queixo (ex.: edema da região geniana esquerda)....


    Relativo ao nariz e à região do queixo (ex.: sulco nasogeniano)....


    almofacilha | n. f.

    Estopa que resguarda da barbela o queixo do cavalo....


    barbada | n. f.

    Beiço inferior do cavalo....


    barbela | n. f. | adj. 2 g.

    Pele pendente do pescoço do boi e de outros ruminantes....


    barbicacho | n. m.

    Arreio de cordas para a cabeça dos animais....


    didução | n. f.

    Movimento lateral do queixo inferior dos herbívoros ao mastigar e dos ruminantes ao ruminar....


    digástrico | adj. | n. m.

    Diz-se dos músculos formados por duas partes carnosas (ventrículos) ligadas por um tendão....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?