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    quadrou-os

    rad | símb.

    Símbolo do radiano....


    sozinho | adj.

    Absolutamente só....


    Exclamação atribuída a Corrégio ao contemplar pela primeira vez o quadro representativo de Santa Cecília, de Rafael, e que o impulso de uma nobre ambição de artista lhe fez brotar dos lábios....


    Diz-se do esboço ou quadro em que a natureza viva é trasladada à tela sem ficções nem fantasias....


    lesional | adj. 2 g.

    Relativo a lesão (ex.: remissão do quadro lesional)....


    Que é relativo a muitos sintomas (ex.: medicamento multissintomático; quadro multissintomático)....


    base | n. f. | adj. 2 g. 2 núm.

    Superfície inferior de um corpo, que geralmente serve de apoio....


    camartelo | n. m.

    Martelo com uma extremidade com gume, usada para picar ou cortar, e a outra quadrada ou redonda, usada para bater....


    chão | n. m. | adj.

    Superfície onde se pode pôr o pé e andar....


    díptico | n. m. | adj.

    Suporte de escrita na Roma antiga, composto por duas tábuas que se fechavam como um livro, com uma camada de cera, sobre que se escrevia com um estilete....


    empregado | n. m. | adj.

    Aquele que exerce qualquer emprego....


    dentelete | n. m.

    Quadrado sobre o qual se recortam os dentículos....


    escaque | n. m.

    Cada uma das casas quadradas do tabuleiro de xadrez....


    ladrilho | n. m.

    Peça quadrada ou rectangular de barro cozido que serve geralmente para revestir pavimentos....


    juventude | n. f.

    Quadra da vida em que se é jovem....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?