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    proibia-se-to

    proibido | adj.

    Que não é autorizado (ex.: relacionamento proibido)....


    Máxima que se cita quando se alude a uma regra ou proibição severa, mas que é forçoso acatar e cumprir....


    Expressão com que Santo Inácio de Loyola prescreve, nas suas Constituições VI, 1, aos Jesuítas, disciplina e obediência aos seus superiores, salvo nos casos em que a consciência o proibir....


    permitido | adj.

    Que se permitiu ou que tem permissão....


    defeso | adj. | n. m.

    Que é alvo de uma proibição (ex.: tempo defeso; terreno defeso; apreenderam objetos defesos)....


    marrão | n. m.

    Porco novo que deixou de mamar....


    meças | n. f. pl.

    Ato de medir, confrontar ou comparar....


    meia-cara | n. 2 g.

    Escravo que era importado por contrabando quando já estava proibido o tráfico....


    pictograma | n. m.

    Desenho, sinal de uma escrita pictográfica....


    proscrito | adj. | n. m.

    Que sofreu proscrição....


    tabu | n. m. | adj. 2 g.

    Proibição de determinada ação, de aproximação ou contacto com algo ou alguém que é considerado sagrado....


    embargo | n. m. | n. m. pl.

    Obstáculo; estorvo; apreensão....


    Prática que consiste em impor taxas de importação excessivamente altas....


    dopagem | n. f.

    Ato ou efeito de dopar ou de se dopar....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?