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    perdido

    aberrante | adj. 2 g.

    Anormal, excecional, que se desvia do caminho reto....


    atordoado | adj.

    Que perdeu os sentidos, em resultado de pancadas, quedas ou comoção....


    babau | interj.

    Expressão usada para indicar que algo se perdeu ou se acabou....


    boto | adj.

    Que perdeu o gume ou a ponta, não podendo por isso cortar ou furar como antes....


    coercivo | adj.

    Que exerce ou pode exercer coação; que obriga ou sujeita pela intimidação, pela força ou pela violência....


    decíduo | adj.

    Que cai ou se desprende numa fase de desenvolvimento (ex.: dente decíduo)....


    decrépito | adj.

    Que está na época da decrepidez....


    Que se desarrumou ou em que há desarrumação....


    deforme | adj. 2 g.

    Que perdeu a forma primitiva....


    desbotado | adj.

    Diz-se da cor que perdeu a viveza primitiva....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?