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    pede-se

    adental | adj. 2 g.

    Diz-se de uma peça elementar de uma das vértebras cefálicas....


    adnasal | adj. 2 g.

    Diz-se de certa peça elementar de uma vértebra cefálica....


    anda | interj.

    Indica pedido ou ordem para que se prossiga com algo ou para que se apresse alguma coisa....


    autogéneo | adj.

    Que se produz sem intervenção de agentes exteriores....


    cantonado | adj.

    Que tem alguma peça nos cantos (ex.: a cruz de Jerusalém é cantonada com quatro cruzetas; escudo cantonado)....


    clástico | adj.

    Diz-se das peças artificiais de anatomia....


    comido | adj.

    Que foi ingerido; que se comeu....


    Designativo da peça de carpintaria que não foi cortada em ângulo reto....


    extenso | adj.

    Que tem extensão....


    fêmeo | adj.

    De fêmea ou a ela relativo....


    ingreme | adj. 2 g.

    Inteiriço; de uma só peça ou de um só corpo (fruto)....


    marcadouro | adj.

    Diz-se das peças de ouro ou de prata cuja liga consente serem marcadas pelo contraste....


    já | adv. | conj. coord.

    Neste instante (ex.: saia já daqui!)....


    monofilo | adj.

    Diz-se do cálice formado de uma só peça, ou que tem uma só folha....


    oficinal | adj. 2 g.

    Relativo a oficina....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.