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    pasteleira

    claudino | n. m.

    Bolo de massa folhada, em forma de charuto, caramelizado no exterior e recheado com creme de pasteleiro....


    toque | n. m.

    Chapéu de senhora sem abas....


    parra | n. f.

    Folhagem da videira....


    pâtisserie | n. f.

    Ofício ou estabelecimento de pasteleiro ou de quem faz bolos....


    guardanapo | n. m.

    Peça de pano ou de papel, usada à mesa para limpar os dedos e os lábios ou proteger a roupa de nódoas de comida....


    pastelaria | n. f.

    Conjunto de bolos, doces ou outras iguarias doces ou salgadas feitas com massa de farinha (ex.: pastelaria doce; pastelaria salgada; a pastelaria exposta incluía bolos e salgados)....


    pasteleiro | n. m. | adj.

    Relativo a pastelaria (ex.: indústria pasteleira; mestre pasteleiro)....


    pasteleira | adj. f. n. f.

    Diz-se de ou bicicleta pesada antiga....


    seringa | n. f. | n. 2 g.

    Tubo, geralmente de plástico ou vidro, com um bico numa extremidade, onde se pode inserir uma agulha, e com um êmbolo na outra extremidade, usado para injeções ou para retirar líquidos do organismo....


    creme | n. m. | adj. 2 g. 2 núm.

    Parte gordurosa do leite que forma película à superfície....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Acabo de reparar que nas Definições - Acordo Ortográfico de 1990 - Variedade do Português - distinguem-se duas Normas, uma Europeia e outra Brasileira. A minha pergunta é: Porque é que a norma utilizada em PORTUGAL é designada por norma europeia - que eu saiba não existe mais nenhum país na Europa cuja língua oficial seja o Português - quando a norma utilizada no Brasil é designada por norma brasileira e não sul americana?
    Vejo isso como uma descriminação em relação ao país onde nasceu a língua portuguesa. Já encontrei na internet entidades, que ganham dinheiro a ensinar a língua portuguesa, a afirmar que o português falado no Brasil é mais puro do que aquele que é falado em Portugal. Duvido que as entidades brasileiras aceitassem de braços caídos que a versão da língua portuguesa que eles falam fosse designada como Norma Sul Americana.