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    pastei-mo

    belfo | adj.

    Que tem pendente ou mais grosso o beiço inferior....


    samica | adv.

    Talvez; porventura (ex.: a ovelha era samica do rebanho que pastava na encosta)....


    Cuja resistividade diminui quando a temperatura aumenta (ex.: fluidos termocondutores; material termocondutor; pasta termocondutora)....


    alimento | n. m. | n. m. pl.

    O que serve para conservar a vida aos animais ou aos vegetais....


    almargeal | n. m.

    Terreno apaulado que tem pasto ou almargem....


    almargem | n. m.

    Terreno destinado a pasto....


    cevo | n. m.

    Isca (para caça ou pesca)....


    delícia | n. f.

    Prazer que consola os sentidos e o espírito....


    devesal | n. m.

    Lugar abundante de árvores ou pasto....


    exido | n. m.

    Terreno inculto nos arredores de uma povoação, para passeio, exercícios, pasto, etc....


    gabinete | n. m.

    Compartimento reservado....


    gadanha | n. f.

    Colher grande, funda e de cabo comprido, geralmente usada para servir sopa ou outros alimentos líquidos....


    gadanho | n. m.

    Utensílio composto por um cabo longo e direito que termina com uma lâmina larga disposta perpendicularmente, um pouco curva na ponta, usado para segar ervas de pasto ou feno....


    meirinho | n. m. | adj.

    Antigo empregado judicial correspondente ao moderno oficial de justiça....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.