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    pagodezito

    mazane | n. m.

    Designação que se dava, na antiga Índia Portuguesa, ao fundador de um pagode....


    mazania | n. f.

    Corporação administrativa de um pagode ou templo hindu....


    pagode | n. m.

    Templo de Brama ou de Buda....


    pagodeira | n. f.

    Festa ou diversão ruidosa....


    pagodice | n. f.

    Grande festa ou diversão....


    bralha | n. f.

    Templo budista....


    miau | n. m.

    Pagode ou templo chinês....


    pagodeiro | adj. n. m. | n. m.

    Que ou quem gosta de se divertir em festas e pagodes....


    pagodista | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou quem gosta de pagodes ou pândegas....


    menigrepo | n. m.

    Sacerdote de pagode chinês....


    manigrepo | n. m.

    Sacerdote de pagode chinês....


    grou | n. m.

    Sudra que faz serviço nos pagodes indianos....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?