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    narravam

    inarrável | adj. 2 g.

    Que se não pode narrar, indizível....


    inenarrável | adj. 2 g.

    Que não se pode narrar; indescritível; inefável....


    narrável | adj. 2 g.

    Que se pode narrar....


    referido | adj.

    Aludido; citado; mencionado....


    diegético | adj.

    Relativo à narração ou à diegese....


    Que é personagem na história que narra (ex.: narrador intradiegético) ou é narrado por ela (ex.: narração intradiegética)....


    Que não é personagem na história que narra (ex.: narrador extradiegético) ou não é narrado por uma personagem (ex.: narração extradiegética)....


    Que é personagem principal na história que narra (ex.: narrador autodiegético) ou é narrado por ela (ex.: narração autodiegética)....


    Que é personagem secundária na história que narra (ex.: narrador homodiegético) ou é narrado por ela (ex.: narração homodiegética)....


    Que não é personagem na história que narra (ex.: narrador heterodiegético) ou não é narrado por uma personagem (ex.: narração heterodiegética)....


    fábula | n. f.

    Composição literária, geralmente com personagens de animais, em que se narra um facto cuja verdade moral se oculta sob o véu da ficção (ex.: fábula em verso)....


    paixão | n. f.

    Impressão viva....


    relato | n. m.

    Ato ou efeito de relatar; relação....


    relator | n. m.

    Aquele que relata ou redige um relatório ou o parecer de uma comissão ou assembleia....


    western | n. m.

    Obra, geralmente um filme, com peripécias movimentadas, cujo género foi criado na América do Norte e que narra geralmente as aventuras dos pioneiros e dos cobóis no Oeste norte-americano, no século XIX....


    diegese | n. f.

    Ato de narrar ou contar uma história....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?