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    mostras

    afável | adj. 2 g.

    Que mostra cortesia aliada a franqueza (ex.: sorriso afável; voz afável)....


    afetivo | adj.

    Em que há afeto....


    ajuizado | adj.

    Que mostra ter juízo....


    apalmado | adj.

    Que tem uma das mãos a mostrar a palma....


    asnal | adj. 2 g.

    Relativo a asno....


    asnático | adj.

    Relativo a asno ou burro....


    asselado | adj.

    Que mostra depressão parecida à da sela....


    benévolo | adj.

    Que deseja bem aos outros....


    caritativo | adj.

    Que mostra caridade, caridoso....


    caroável | adj. 2 g.

    Que mostra amabilidade ou afeto....


    Relativo à ciência ou às ciências....


    contundente | adj. 2 g.

    Que pode provocar lesão ou contusão pela pressão exercida numa parte do corpo, batendo ou chocando (ex.: arma contundente; instrumento contundente; pancada contundente)....


    descortês | adj. 2 g.

    Que não mostra cortesia ou delicadeza (ex.: atitude descortês; pessoa descortês)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?