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    mortificar

    atagantado | adj.

    Aflito, importunado, cansado, mortificado....


    penitência | n. f.

    Qualquer ato de mortificação interior ou exterior....


    cilício | n. m.

    Antiga veste ou cinto de tecido áspero usado sobre a pele como penitência....


    asceta | n. 2 g.

    Pessoa que se entrega a práticas espirituais, levando vida contemplativa com mortificação dos sentidos....


    castigo | n. m.

    Punição que se inflige a um culpado....


    macerado | adj. | n. m.

    Que se macerou ou se submeteu a maceração....


    faquir | n. m.

    Asceta mendicante de religião muçulmana ou hindu que pratica mortificações e procura o controlo do corpo através da mente....


    aspar | v. tr.

    Vexar, mortificar....


    atagantar | v. tr.

    Torturar, mortificar, oprimir....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?