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    minara-mo

    apiciforme | adj. 2 g.

    Que tem forma de ápice....


    Cujas coordenadas são ortogonais....


    quadriforme | adj. 2 g.

    Que tem quatro formas ou figuras....


    nabuco | adj.

    O mesmo que suru....


    MG | sigla

    Sigla do estado brasileiro de Minas Gerais....


    geomineiro | adj.

    Relativo à geografia ou à geologia e às minas ou à atividade mineira (ex.: parque geomineiro, prospeção geomineira)....


    antiveículo | adj. 2 g. 2 núm.

    Diz-se de arma, mina, obstáculo etc. usado contra carros de combate ou tanques (ex.: arma antiveículo)....


    antipessoal | adj. 2 g.

    Que pretende atingir pessoas (ex.: minas antipessoais)....


    almádena | n. f.

    Torre de mesquita, de onde os fiéis são chamados à oração....


    almenara | n. f.

    Facho que se acendia nas torres e castelos para dar sinal ao longe....


    Instrumento de mineiro para extrair as sondas que ficam nos furos....


    arrúgia | n. f.

    Canal para escoar as águas nas minas....


    bare | n. m.

    Vestígio da antiga exploração aurífera na Zambézia....


    barreira | n. f.

    Aquilo que restringe ou impede o acesso ou a circulação....


    barrena | n. f.

    Broca para fazer buracos para tiros de mina ou pedreiras....


    barreneiro | n. m.

    O que abre buracos para tiros de mina ou pedreiras....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?