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    medularam-no

    medulante | adj. 2 g.

    Que percorre a medula....


    mieloide | adj. 2 g.

    Relativo ou parecido à medula....


    neurossensorial | adj. 2 g.

    Que é relativo aos nervos que levam impulsos de um órgão sensorial até ao cérebro ou à medula espinal....


    Relativo a epêndima ou à membrana que forra os ventrículos do cérebro e do canal central da medula (ex.: limite ependimário; transudação ependimária de liquor)....


    vertebromedular | adj. 2 g.

    Relativo a vértebra ou vértebras e à medula espinal (ex.: traumatismo vertebromedular)....


    intratecal | adj. 2 g.

    Que ocorre ou está situado no interior das tecas, membranas protetoras de uma estrutura anatómica, em especial da medula espinal (ex.: injeção por via intratecal; pressão intratecal; quimioterapia intratecal)....


    âmago | n. m.

    Medula (dos vegetais)....


    cone | n. m.

    Corpo sólido de base circular ou elíptica e extremidade aguda....


    galhipo | n. m.

    Isqueiro feito com medula de sabugueiro ou trapos chamuscados dentro de um chifre de bode usado em Trás-os-Montes....


    medula | n. f.

    Substância mole e gorda do interior dos ossos....


    medulina | n. f.

    Princípio imediato existente nas paredes das células da medula dos vegetais....


    medulite | n. f.

    Inflamação da medula dos ossos, quase sempre de origem tuberculosa....


    Célula gigante da medula óssea cuja fragmentação fornece plaquetas sanguíneas....


    pedúnculo | n. m.

    Pé ou haste da flor ou do fruto....


    sabugo | n. m.

    Parte da cabeça do dedo onde a unha se encrava e adere....


    sagum | n. m.

    Fécula que se extrai da medula de várias palmeiras, usada como alimento....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?