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    materialize-te

    ectoplasma | n. m.

    Parte externa do citoplasma....


    ideoplastia | n. f.

    Fenómeno de alegada materialização em ectoplasma de imagens mentais....


    concretizar | v. tr. e pron.

    Tornar ou tornar-se concreto....


    concretar | v. tr. | v. tr. e pron.

    Revestir com betão. (Equivalente no português de Portugal: betonar.)...


    corporizar | v. tr. e pron.

    Dar ou ganhar corpo....


    materializar | v. tr. e pron. | v. tr.

    Tornar ou tornar-se material....


    realizar | v. tr. e pron. | v. tr. | v. pron.

    Tornar ou tornar-se real ou concreto....


    Na ficção científica, transporte de um corpo através da sua desmaterialização e nova materialização noutro lugar....


    Na ficção científica, transporte de um corpo através da sua desmaterialização e nova materialização noutro lugar....


    teleportar | v. tr. e pron.

    Mudar ou mudar-se, algo ou alguém, através da sua desmaterialização de um lugar para nova materialização noutro lugar; mover ou mover-se um lugar para outro por teleportação ou teletransporte....


    óscar | n. m.

    Prémio cinematográfico, materializado por uma estatueta e atribuído anualmente pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, em Hollywood, aos maiores talentos do ano. (Geralmente com inicial maiúscula.)...


    teletransportar | v. tr. e pron.

    Mudar ou mudar-se, algo ou alguém, através da sua desmaterialização de um lugar para nova materialização noutro lugar; mover ou mover-se um lugar para outro por teletransporte....


    eutopia | n. f.

    Espaço exterior materializado, percecionado como suscetível de realizar os valores e aspirações locais....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?